A Empresa
A Equipe
Ambientes de Aprendizagem    
Localização
 
MenuDrop MenuDrop MenuDrop
A EMPRESA
 
Metodologia
Design Instrucional para EAD
Capacitação Pedagógica para EAD     
Outros  Cursos
 
MenuDrop MenuDrop MenuDrop
CURSOS
 
Elaboração de Projetos
Design Instrucional
Produção de Conteúdos
Consultoria
Levantamento de Perfis
Adequação de Materiais
Instalação e adequação de ambientes para EAD   
 
MenuDrop MenuDrop MenuDrop
SERVIÇOS
 
Paceiros Site
CIETEC
 
MenuDrop MenuDrop MenuDrop
PARCERIAS CLIENTES PUBLICAÇÕES EVENTOS  CONTATO  HOME
Site Educacional
  Books Site  
 
Books ENSINAR A ENSINAR
-Amelia Domingues de Castro & Anna Maria Pessoa de Carvalho (organizadoras)
-Thomson Pioneira
Books AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE
-Organizadores: Marco Silva e Edméa Santos
-LOYOLA
Books TECNOLOGIAS E ENSINO PRESENCIAL E A DISTÂNCIA
-VANI MOREIRA KENSKI
-PAPIRUS
Books EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS O NOVO RITMO DA INFORMAÇÃO
-VANI MOREIRA KENSKI
-PAPIRUS
 
  Veja mais publicações  
 
 
Parceiros Site
Parceiros Site
Parceiros Site
Parceiros Site
 
Vinheta

EAD E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES - PARTE 1

Por Vani Kenski

Artigos Anteriores

Veja Também...

EAD E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1.


Vani Moreira Kenski


USP/SITE Educacional


A Educação a distância é a modalidade educacional que mais tem crescido no Brasil. Dados do Anuário 2007 da ABRAED mostram que, entre os anos de 2005 e 2006, o número de alunos matriculados em cursos a distância em instituições educacionais autorizadas cresceu 54%. Em 2005, haviam 504.204 alunos matriculados e em 2006 esse número cresceu para 778.458 alunos.


O apoio do Ministério da Educação e a legislação brasileira, a partir da Lei 9394/96, tem gradativamente apresentado a EAD como forma viável de se alcançar o ideal democrático de educação para todos, em todos os tempos e em todos os lugares. Apoiada em suportes tecnológicos variados, a educação a distância é sobretudo uma forma difenciada de ensinar e de aprender.


O Decreto 5.622/2005, que regulamenta a educação a distância no Brasil, caracteriza-a como modalidade educacional na qual a mediação didático–pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Em seu parágrafo primeiro, o mesmo decreto determina que a “educação a distância organiza-se segundo metodologia, gestão e avaliação peculiares...”.


É importante ressaltar que existe grande diversidade na organização metodológica, na gestão e na avaliação de cursos a distância oferecidos, em diferentes mídias. Sob o mesmo rótulo de Educação a Distância (EAD) encontram-se diversos tipos de cursos com encaminhamentos radicalmente diiferentes em seus planejamentos e desenvolvimentos. Cursos oferecidos via impressa são produzidos de forma bem distinta dos realizados em vídeo-conferências. Mais específicas ainda são as formas de produção, acompanhamento e avaliação das inúmeras modalidades dos cursos on-line: dos tutoriais aos colaborativos.


Muito mais complexa é a criação de cursos para os mundos virtuais tridimensionais, tipo Second Life, já utilizados em centenas de universidades estrangeiras, em que, incorporados em avatares, alunos e professores se movimentam, interagem, enfrentam desafios e aprendem.


Mesmo os cursos presenciais apoiados em TICs requerem novas habilidades dos docentes e dinâmicas diversificadas para as aulas. Para o planejamento, a organização, o desenvolvimento, a avaliação e a definição de todas essas ações são necessários professores muito bem formados. Não é no entanto o que mais vemos nas práticas cotidianas de EAD, sobretudo on-line. Nesses cursos, prevalece a relação entre o uso das mais avançadas práticas tecnológicas e as mais retrógradas ações pedagógicas. Algo como estarmos em espaços em que existe o máximo de possibilidades interativas e comunicativas a ser explorado e onde os alunos entram para assistirem monótonas aulas expositivas apresentadas por professores que muitas vezes sabem muito, mas não sabem comunicar, explorar o ambiente, levar os alunos a participar, envolvê-los na ação, na interação, na comunicação e na troca de informações.


Produzir um real ambiente didático-pedagógico em que os alunos se sintam envolvidos, respeitados, aceitos que os façam ter interesse de interagir e avançar no conhecimento. Neste sentido, o mesmo Decreto 5.622/2005 (parágrafo 8 do artigo 12) – determina que para uma instituição ser credenciada para o oferecimento de cursos em EAD, precisa “apresentar corpo docente com as qualificações exigidas na legislação em vigor, e preferencialmente, com formação para o trabalho com educação a distância”.


Chega-se assim ponto principal dessa minha reflexão: a necessidade de formação adequada de professores para esses novos trabalhos em educação. Vou dar continuidade a este tema nos próximos textos, refletindo sobre a formação dos professores em duas perspectivas diferentes: a formação docente feita a distância e a formação para que assumam a docência, a distância. Analiso aspectos legais e algumas práticas e procedimentos já realizadas por instituições nacionais e internacionais nesses sentidos.

Site Educacional Copyright©2007 - www.siteeducacional.com.br - todos os direitos reservados
Design by Fernando Telles
Telles Design & Web